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Cancêr de Mama

Cancêr de Mama

Os seios femininos passam por várias mudanças na aparência ao longo da vida: as alterações hormonais durante a gravidez, menstruação e menopausa são as grandes responsáveis por essas transformações e também pela formação de nódulos.

Os nódulos, na grande maioria das vezes, são benignos e não há motivos para preocupações. Porém, é de extrema importância estar atenta a evolução dessas alterações e ir ao médico periodicamente para realizar exames.

Veja abaixo algumas alterações que podem ocorrer na mama:

  • Mastalgia [MOU2] (dor mamária): além da dor, a mastalgia causa também o espessamento do tecido mamário e quase sempre o quadro tem uma piora no período pré-menstrual. Isso acontece por conta do estímulo repetido do hormônio estrogênio produzido nos ovários em mulheres que não engravidaram ou engravidaram até três vezes e tiveram curto período de amamentação. Mas não é preciso se preocupar – essa dor é comum, não está associada ao câncer e não aumenta as chances de desenvolvimento futuro;

 

  • Fibroadenoma: com formato de nódulo, a fibroadenoma é uma lesão benigna que se origina nos lóbulos mamarios. É dura, móvel, lisa e incolor, podendo ser facilmente identificada em ultrassonografias. Não é preciso fazer sua remoção, mas precisa de acompanhamento médico mesmo após o diagnóstico benigno;

 

  • Cistos: são lesões benignas que contêm líquido internamente. Não apresentam sintomas e podem ser identificados no autoexame de toque, ultrassonografia ou mamografia. Existem dois tipos de cistos:
    • Simples – não palpáveis e precisam de acompanhamento. Podem evoluir para o quadro de câncer de mama;
    • Complexos – são palpáveis e devem ser tratados com punção esvaziadora. Alguns podem estar associados a lesões pré-cancerosas; nesses casos, devem ser removidos cirurgicamente.

 

  • Fluxo papilar: é a saída de líquido pelos mamilos não relacionada à gravidez e lactação. Caso aconteça a saída espontânea do líquido em apenas uma das mamas, pode ser um indicativo de câncer ou lesões pré-cancerosas.

AutoExame: Detecção Precoce Vai Além

O autoexame é essencial para que a mulher conheça sua mama e possa perceber rapidamente qualquer mudança em sua textura e aparência. A mulher deve apalpar suavemente uma mama de cada vez, verificando se há alterações na mama, aréola ou mamilo. Deve ser feito uma vez por mês, ao final da menstruação; para mulheres na menopausa, o ideal é definir uma data e fazê-lo mensalmente.

Mas, quando falamos em diagnóstico precoce do câncer de mama, há cuidados que devem ser tomados de forma ainda mais essencial. Isso porque a medicina já avançou muito e hoje temos exames de imagem que são altamente eficazes para diagnosticar um tumor em sua fase inicial.

 

A mamografia é o principal exame diagnóstico capaz de detectar o câncer de mama quando ele ainda tem menos de 1 centímetro, tamanho em que ainda não pode ser sentido durante a palpação. E, quando diagnosticado nesse estágio, o câncer de mama tem 95% de chances de cura. 

Apesar dos dados, muitas mulheres ainda acham que apenas o autoexame já basta para detectar o câncer de mama e poucas reconhecem a importância da realização periódica da mamografia para o diagnóstico precoce.

Especialistas estimam que a taxa de mortalidade da doença em mulheres entre 50 e 69 anos poderia ser reduzida em um terço se a mamografia fosse feita uma vez ao ano. Por isso, é importante estar sempre em dia com os exames clínicos e visitar médicos especialistas periodicamente.[MOU3] 

Mamografia: O Principal Exame de Diagnóstico

A mamografia é um exame de raio-x, na qual a mama é comprimida entre duas placas de acrílico, e possui papel fundamental na luta contra o câncer de mama por ser capaz de detectar nódulos em estágio inicial, quando são ainda pequenos e apresentam pouquíssimas chances de disseminação.

De acordo com a Lei Federal 11.664, as mulheres acima de 40 anos tem o direito de realizar a mamografia anualmente. 

Combinada à mamografia, a ultrassonografia também auxilia no diagnóstico e é muito útil para detectar lesões duvidosas. Além disso, é importante aliada na detecção em mulheres mais jovens, que têm a mama densa e podem não apresentar alterações significativas na mamografia.

Exames Ajudam a Detalhar Diagnóstico

Caso haja o diagnóstico positivo para câncer de mama, a mamografia e a ressonância magnética permitem detalhar algumas especificidades que influenciam na adoção da melhor abordagem do tratamento terapêutico:

  • Características do tumor;
  • Presença de múltiplos focos;
  • Extensão regional da doença ou bilateralidade.

É importante lembrar que o diagnóstico do câncer de mama não é uma sentença e que apresenta altas chances de cura, principalmente quando diagnosticado nos estágios iniciais da doença. Além disso, o tratamento é acompanhado por uma equipe multidisciplinar composta por especialistas de diferentes áreas, como mastologistas, oncologistas, radio-oncologistas, psicólogos, enfermeiros, nutricionistas responsáveis por conferir mais qualidade de vida e conforto durante o tratamento.

 

 

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